Loucamente
embriagado
Pelas noites negras, vago
Digo, repito e indago
Feras ferozes
Amores algozes
Enquanto houver um sopro de
amor
Não sobreviverá o rancor
Encho a minha taça
Bebo até ficar sem graça
No prelúdio constante
Não seguro e obstante
Lascivo medo de injúrias
Almas tremendamente puras
Sopro gelado de inverno
A minha mente, deixa que eu
governo
Saia às pressas
Sei que é dessas
Anjos de asas negras
Repletos de incertezas
Infantilidade total
Sou apenas um mortal.
Por:
Kerley Carvalho

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